imagem de uma mulher que sofre com alopecia

É normal perder alguns fios de cabelo por dia, mas fatores como estresse, anemia, alterações na tireoide e deficiência de vitamina D podem acentuar essa perda.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cada fio cresce por cerca de seis anos, repousa por algumas semanas e, após três meses, cai, sendo substituído por outro.

No entanto, se a queda for excessiva, é essencial buscar um dermatologista para investigar causas e iniciar o tratamento adequado. Entre os tratamentos estão dieta, suplementos, medicamentos como Minoxidil e terapias como carboxiterapia.

Casos como o eflúvio telógeno, causados por fatores como estresse ou pós-parto, são temporários e costumam se resolver em até quatro meses.

Afinal, por que meu cabelo está caindo? Tire suas dúvidas a seguir e se informe sobre o tratamento mais adequado para você!

Etapas do ciclo capilar

Etapas do ciclo capilar

O ciclo capilar é o processo natural de renovação dos fios, segundo a SBD. É normal perder cabelos diariamente, pois cada fio tem um ciclo independente, com fases diferentes.

A primeira etapa é a fase anágena, de crescimento ativo, que dura de dois a oito anos, com crescimento médio de 1 cm por mês.

Em seguida, vem a fase catágena, de transição, com duração de três a quatro semanas.

Por fim, o fio entra na fase telógena, repousando por até cinco meses antes de cair e ser substituído por um novo fio.

Cabelos param de crescer por um tempo

especialista analisando o couro cabeludo de um paciente

No eflúvio telógeno, cerca de 30% dos fios entram na fase de repouso ao mesmo tempo, o que pode levar à queda de 300 a 400 fios por dia, muito além dos 100 fios diários considerados normais.

Essa queda acentuada costuma ser percebida no travesseiro ao acordar, nas roupas, ao pentear ou lavar o cabelo.

Além da quantidade, os fios podem parecer mais finos, especialmente nas laterais da cabeça e na região da testa, evidenciando o afinamento capilar típico dessa condição temporária.

Quando a queda não está normal

É comum perder entre 100 e 150 fios de cabelo por dia, especialmente ao lavar ou pentear os cabelos, isso faz parte do ciclo natural de renovação capilar. Esses fios já estavam prontos para se soltar.

No entanto, quando há algum desequilíbrio no organismo, como estresse intenso, doenças ou deficiências nutricionais, esse ciclo é alterado.

Nesses casos, muitos fios que deveriam estar crescendo entram precocemente na fase telógena (de queda), resultando em uma perda capilar mais acentuada do que o normal.

Qual doença faz cair o cabelo?

mulher sofrendo  com alopecia mostra escova com diversos fios de cabelos caidos.

A queda de cabelo, ou alopecia, pode resultar de várias causas, como doenças autoimunes (alopecia areata), fatores genéticos (alopecia androgenética), infecções, desequilíbrios hormonais, deficiências nutricionais, estresse e uso de alguns medicamentos, que podem desencadear ou piorar o problema.

Doenças que podem causar queda de cabelo:

Alopecia Areata

Alopecia areata é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca os folículos capilares, causando queda de cabelo em áreas específicas do couro cabeludo.

Alopecia Androgenética

Alopecia androgenética é uma condição genética que provoca queda progressiva de cabelo, sendo mais comum em homens (calvície masculina), mas também podendo afetar mulheres.

Sífilis

A infecção bacteriana da sífilis pode causar queda de cabelo durante a fase secundária da doença, sendo um dos sintomas característicos desse estágio.

Lúpus

Uma doença autoimune que pode causar queda de cabelo como parte de seus sintomas é o lúpus, que afeta o sistema imunológico e pode levar à perda dos fios.

Anemia

A deficiência de ferro e outras formas de anemia podem causar queda de cabelo, pois reduzem a oxigenação dos folículos capilares, comprometendo o crescimento e a saúde dos fios.

Hipotireoidismo e Hipertireoidismo

Disfunções da tireoide interferem no ciclo natural de crescimento dos cabelos, podendo causar enfraquecimento dos fios e queda capilar significativa.

15 Razões que provocam quedas excessivas de cabelo

paciente em consulta com especialista para avaliar a sua alopecia areata

Diversas são as causas da queda acentuada e anormal de cabelo, e elas foram detalhadas em um vídeo do canal do YouTube do hospital.

Há quedas de origem genética, difíceis de evitar, mas também existem aquelas provocadas por fatores ambientais e hábitos cotidianos prejudiciais.

Práticas como o uso excessivo de chapinhas, químicas agressivas, má alimentação e estresse constante podem agravar ainda mais a perda capilar.

Entender e corrigir esses comportamentos é essencial para preservar a saúde dos fios.

1. Excesso de estresse e ansiedade

O estresse é um dos grandes vilões para a saúde capilar. Ele pode desencadear inflamações no corpo, alterar o ciclo natural dos fios e provocar a queda precoce, em um processo conhecido como eflúvio telógeno.

Isso acontece porque o estresse afeta a multiplicação celular necessária para o crescimento dos fios, reduzindo sua velocidade de crescimento e aumentando sua queda.

Em situações de estresse prolongado ou ansiedade, os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, aumentam, contribuindo para o enfraquecimento e a queda intensa do cabelo.

2. Alterações hormonais

mulher sofrendo com queda de cabelo acentuada

Alterações hormonais também podem causar queda excessiva de cabelo, como acontece em casos de hipotireoidismo. Nesses quadros, o desequilíbrio dos hormônios afeta diretamente o ciclo de crescimento capilar.

O tratamento adequado envolve, primeiramente, identificar e controlar a causa hormonal principal.

Com a regulação dos níveis hormonais, é possível notar gradualmente a redução da queda e a melhora na saúde dos fios. Procurar orientação médica é fundamental para um diagnóstico preciso.

3. COVID-19

Algumas pessoas que tiveram COVID-19 podem apresentar queda acentuada de cabelo semanas após a infecção, geralmente durando de 6 a 9 meses.

Essa queda está associada, possivelmente, ao estresse, ansiedade e febre durante o período da doença, embora o aumento de citocinas inflamatórias também seja considerado um fator.

Em grande parte dos casos, a condição se resolve espontaneamente, sem necessidade de tratamento.

No entanto, é recomendada a avaliação de um dermatologista para acompanhar a saúde do couro cabeludo e, se necessário, indicar medidas que acelerem o crescimento dos fios ou controlem a queda.

4. Menopausa ou andropausa

escova de pentear com dezenas de fios perdidos

A menopausa e a andropausa são fases naturais do envelhecimento que envolvem alterações hormonais significativas. Na menopausa, a queda na produção de estrogênio pelos ovários pode levar à queda de cabelo nas mulheres.

Já na andropausa, a redução da testosterona pelos testículos pode provocar o mesmo efeito nos homens.

Essas mudanças hormonais afetam o ciclo capilar, tornando os fios mais finos e frágeis.

É fundamental consultar um ginecologista (para mulheres) ou endocrinologista (para homens) para avaliar a necessidade de reposição hormonal e evitar a progressão da queda capilar.

5. Período pós-parto

A queda de cabelo no pós-parto é comum e está ligada à queda brusca dos hormônios que estavam elevados durante a gestação, como o estrogênio e a progesterona.

Esses hormônios deixam os fios mais bonitos na gravidez, mas após o nascimento do bebê e a retirada da placenta, os níveis hormonais caem rapidamente, enfraquecendo os fios e intensificando a queda.

Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e verduras, além de seguir as orientações médicas sobre o uso de vitaminas e suplementos durante a amamentação, ajudando a nutrir o couro cabeludo e controlar a queda.

6. Anemia

mulher com anemia

A anemia por deficiência de ferro pode causar queda excessiva de cabelo, pois o ferro é essencial para a produção de hemoglobina, que transporta oxigênio e nutrientes para os tecidos, inclusive o couro cabeludo.

Consulte um hematologista para avaliar a necessidade de suplementação de ferro e siga uma alimentação rica em ferro, orientada por um nutricionista.

Inclua alimentos como fígado de frango, sementes de abóbora e verduras escuras, como brócolis e couve-de-bruxelas.

7. Uso de produtos químicos no cabelo

O uso de produtos químicos como formol, alisantes e tinturas pode enfraquecer os fios, deixando-os secos, quebradiços e danificando a cutícula capilar, o que pode levar à queda de cabelo.

Após procedimentos químicos, use shampoos e condicionadores suaves, hidrate os fios semanalmente e evite secador ou chapinha.

Se a queda persistir, procure um dermatologista, que poderá indicar fórmulas específicas, tratamentos ou suplementos para fortalecer a raiz e estimular o crescimento saudável dos fios.

8. Alimentação inadequada

A alimentação também tem papel fundamental no crescimento e na queda dos cabelos. A falta de nutrientes como proteínas, ferro, zinco e vitaminas A e C pode enfraquecer os fios e favorecer sua queda, já que esses elementos são essenciais para o fortalecimento capilar.

Mantenha uma dieta equilibrada, rica em carnes magras, leite, queijo, frutas, legumes e vegetais frescos. Suplementações só devem ser feitas com orientação médica, após exames que comprovem carência nutricional.

Um nutricionista pode indicar o plano alimentar ideal para cada caso.

9. Doenças autoimunes

alto volume de cabelos caidos na palma das mãos

Doenças autoimunes, como a alopecia areata, também podem provocar queda de cabelo. Nessa condição, o sistema imunológico ataca os próprios folículos capilares, resultando em falhas e perda dos fios.

O tratamento costuma envolver medicamentos imunossupressores, além de soluções tópicas que estimulam o crescimento.

É fundamental o acompanhamento com um dermatologista para avaliar o quadro e definir a melhor abordagem terapêutica.

10. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos, como varfarina, heparina, carbimazol, isotretinoína, acitretina, lítio, betabloqueadores, colchicina, anfetaminas e certos quimioterápicos, podem causar queda de cabelo como efeito colateral.

É fundamental manter o acompanhamento com o médico responsável pelo tratamento e nunca interromper o uso por conta própria.

Também é recomendado consultar um dermatologista, que poderá indicar suplementos ou tratamentos tópicos que não interfiram nos medicamentos.

Em casos de quimioterapia, a queda geralmente é temporária e os fios tendem a crescer novamente após o término do tratamento.

11. Carência de vitaminas e outros nutrientes pode levar a cabelo caindo muito

vitaminas e outros nutrientes para os cabelos

A deficiência de nutrientes como ferro, zinco, biotina e vitamina D pode causar queda de cabelo e comprometer a saúde dos fios. O tratamento envolve adotar uma alimentação balanceada e, quando necessário, fazer uso de suplementação.

Em alguns casos, o uso de nutracêuticos, compostos que combinam vitaminas e minerais, pode ser indicado, ajudando na reposição dos nutrientes e promovendo melhorias visíveis na saúde do cabelo, pele e unhas.

É importante sempre buscar orientação médica antes de iniciar qualquer suplementação.

12. Infecção por fungos

A infecção do couro cabeludo por fungos, conhecida como tinea ou micose, pode provocar queda acentuada de cabelo e causar coceira intensa na região.

É fundamental procurar um dermatologista, que irá avaliar o quadro e indicar o tratamento adequado, geralmente com o uso de shampoos antifúngicos ou medicamentos específicos para eliminar o fungo e restaurar a saúde do couro cabeludo.

13. Hipotireoidismo

O hipotireoidismo é um distúrbio hormonal causado pela baixa produção dos hormônios T3 e T4 pela glândula tireoide, essenciais para o bom funcionamento celular. Esse desequilíbrio pode deixar os cabelos mais finos, ressecados, opacos e favorecer a queda capilar.

É importante consultar um endocrinologista para avaliar os níveis hormonais e iniciar o tratamento adequado, geralmente feito com reposição hormonal por meio de medicamentos prescritos.

Isso ajuda a restabelecer o equilíbrio do organismo e melhorar a saúde dos fios.

14. Alopecia areata

homem sofrendo com Alopecia areata

A alopécia areata é uma condição que provoca a queda repentina de cabelo e pode afetar também outras áreas com pelos, como sobrancelhas, barba, pernas e braços.

Essa queda ocorre devido a fatores genéticos ou doenças autoimunes, como lúpus e vitiligo, nas quais o sistema imunológico ataca os próprios folículos capilares.

É essencial consultar um dermatologista para identificar a causa e definir o tratamento mais indicado, que pode incluir medicamentos, laser, carboxiterapia ou outras terapias estéticas específicas.

15. Alopecia (calvície, queda de cabelos)

A alopecia, ou calvície, é a queda parcial ou total dos cabelos, podendo ser temporária ou definitiva. Mais comum em homens por causa da testosterona, também pode afetar mulheres.

É normal perder de 50 a 100 fios por dia, mas a queda acentuada pode ter causas genéticas, hormonais, estresse, má alimentação, doenças autoimunes, uso de medicamentos ou excesso de química.

Cirurgias, pós-parto e quimioterapia também provocam queda temporária. A consulta com um dermatologista é essencial para diagnóstico e tratamento adequado.

Tipos mais comuns de alopecia

imagem de um couro cabeludo passando por crise de alopecia

A alopecia androgenética é uma queda de cabelo hereditária que atinge homens e mulheres. Começa na adolescência, mas só se torna visível por volta dos 40 ou 50 anos.

O principal sinal é o afinamento dos fios a cada ciclo capilar. Em mulheres, afeta mais o topo da cabeça e pode estar ligada a sintomas hormonais leves, como acne ou irregularidade menstrual. Em homens, atinge principalmente a coroa e as entradas.

Já a alopecia areata, conhecida como “pelada”, provoca falhas arredondadas no couro cabeludo, barba, sobrancelhas ou cílios. Pode afetar qualquer pessoa, mas 60% dos casos surgem antes dos 20 anos.

É considerada uma doença autoimune, podendo estar associada ao estresse, predisposição genética e outras condições como lúpus, vitiligo, rinites e doenças da tireoide.

Tratamento

Exceto nos casos de queda de cabelo com causa hereditária, é possível prevenir ou retardar o problema ao eliminar fatores de risco e adotar tratamentos medicamentosos. Em situações mais avançadas, o implante capilar pode ser a única solução estética eficaz.

No caso da alopecia areata, o tratamento não é obrigatório, já que a condição tende a regredir espontaneamente. No entanto, costuma ser recomendado por causa do impacto emocional.

Adultos com menos de 50% do couro cabeludo afetado podem se beneficiar com cremes ou injeções. O acompanhamento médico é essencial.

Em crianças e bebês

A queda de cabelo em crianças e bebês pode ocorrer por vários motivos, como infecções no couro cabeludo, atrito com travesseiros ou causas autoimunes.

O tratamento depende da origem do problema e pode incluir medicamentos tópicos, cuidados específicos com o couro cabeludo ou apenas o acompanhamento do crescimento natural dos fios.

Em muitos casos, a queda é temporária e os cabelos voltam a crescer normalmente com o tempo. É importante contar com a orientação de um pediatra ou dermatologista.

O que fazer quando o cabelo está caindo demais?

homem olhando seu couro cabeludo com queda capilar na frente do espelho

O tratamento ideal para queda excessiva de cabelo deve sempre ser prescrito por um dermatologista, pois a automedicação pode agravar o problema e causar danos à saúde.

No entanto, para fins informativos, entre os procedimentos mais recomendados por especialistas estão:

  • Uso de loções tópicas como o minoxidil
  • Suplementação com vitaminas e minerais
  • Tratamentos com laser de baixa intensidade
  • Carboxiterapia
  • Microagulhamento
  • Implante capilar

Veja outros cuidados que você pode tomar:

1. Medicamentos descritos

Entre os tratamentos possíveis para queda de cabelo estão o uso de medicamentos como minoxidil, 17 alfa estradiol, corticoides e outras soluções que podem ser prescritas por um dermatologista.

2. Medicamentos orais

Outra opção de tratamento para a alopecia androgenética é o uso de medicamentos orais, como a finasterida e antiandrógenos sistêmicos, como a ciproterona e a espironolactona.

3. Uso de lasers

A terapia com laser de baixa intensidade também pode ser utilizada para estimular o crescimento dos fios, melhorando a circulação no couro cabeludo e fortalecendo os folículos capilares.

4. Suplementos alimentares

Para quem sofre com queda de cabelo relacionada à deficiência de nutrientes, a introdução de suplementos vitamínicos na rotina alimentar pode ser uma solução eficaz para fortalecer os fios e estimular o crescimento saudável.

5. Use um shampoo antiqueda!

Usar um shampoo antiqueda pode ser o primeiro passo para recuperar a saúde dos seus fios. Formulados com ativos específicos, como cafeína, biotina ou pantenol, esses produtos ajudam a fortalecer a raiz, reduzir a quebra e estimular o crescimento.

Além disso, limpam o couro cabeludo de forma eficaz, eliminando impurezas que podem obstruir os folículos e agravar a queda. Para melhores resultados, escolha um shampoo adequado ao seu tipo de cabelo e utilize regularmente.

Recomendações

Evite o uso de produtos “milagrosos” ou medicamentos sem orientação médica, eles podem causar efeitos adversos graves.

Ao notar sinais como queda acentuada e repentina, fios caindo em tufos, couro cabeludo avermelhado, coceira intensa, ardência, excesso de oleosidade ou presença de caspa visível nas roupas e nos fios, procure um dermatologista.

Esses sintomas podem indicar problemas que vão além da queda comum e exigem diagnóstico e tratamento adequados para evitar agravamentos. Cuidar do seu couro cabeludo é essencial para manter a saúde dos seus cabelos.

Perguntas Frequentes

Quando o cabelo está caindo muito, o que pode ser?

A queda excessiva de cabelo pode ter múltiplas origens: fatores genéticos, alterações hormonais, estresse, carência de vitaminas e minerais, doenças autoimunes e até o uso de medicamentos ou produtos capilares agressivos.

Identificar a causa exata é essencial para um tratamento eficaz. Por isso, ao perceber uma perda anormal de fios, a melhor atitude é procurar um dermatologista.

O que fazer quando o cabelo está caindo?

Buscar orientação médica é essencial para descobrir a causa da queda de cabelo e iniciar o tratamento mais adequado para cada caso, garantindo a saúde dos fios e do couro cabeludo.

  • Mantenha uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais, como ferro, zinco, biotina e vitaminas A, C e D, para fortalecer os fios e p romover a saúde capilar.
  • Inclua na sua rotina atividades relaxantes, como exercícios físicos e meditação, para ajudar a diminuir o estresse e favorecer a saúde do cabelo.
  • Evite tratamentos agressivos, escolha produtos adequados ao seu tipo de cabelo e proteja os fios do calor excessivo para manter a saúde e prevenir a queda capilar.
  • Em certos casos, a suplementação com vitaminas e minerais é recomendada para corrigir deficiências nutricionais e ajudar na saúde capilar.

Como descobrir o motivo da minha queda de cabelo?

Para descobrir o motivo da sua queda de cabelo, o ideal é consultar um dermatologista, que fará uma avaliação completa, incluindo exame físico e histórico médico.

Algumas causas comuns incluem: falta de nutrientes na alimentação, estresse, alterações hormonais, anemia por deficiência de ferro, uso frequente de produtos químicos, sequelas da Covid-19 e calvície (alopecia).

Identificar a causa correta é essencial para receber o tratamento adequado.

Quando o cabelo cai muito, quer dizer o quê?

Alterações na tireoide, anemia, estresse e deficiência de vitamina D são causas comuns de queda de cabelo anormal. Esse sintoma exige investigação, pois pode estar ligado a doenças do cabelo, do couro cabeludo ou a condições de saúde que afetam os fios.

O que é bom para parar de cair o cabelo?

Para interromper a queda de cabelo, é essencial identificar a causa e adotar uma abordagem completa, incluindo cuidados capilares, alimentação equilibrada e tratamentos médicos quando necessários.

Manter boa higiene, evitar uso excessivo de calor e químicos, e cuidar da saúde física e mental são fundamentais.

Qual câncer cai o cabelo?

A queda de cabelo, chamada alopecia, pode ocorrer como efeito colateral dos tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia.

Não é o câncer em si, mas esses tratamentos que afetam as células dos folículos capilares, responsáveis pelo crescimento dos fios.

Qual doença grave faz cair o cabelo?

A queda de cabelo pode ser sinal de doenças graves, como Parkinson, alopecia e até câncer. Fique atento a sintomas como tremores, falhas circulares no couro cabeludo e manchas vermelhas, que são importantes sinais de alerta.

Qual exame fazer para queda de cabelo?

Para investigar a queda de cabelo, o dermatologista pode pedir exames como tricoscopia, que analisa o couro cabeludo e fios com ampliação, além de exames de sangue para avaliar hormônios (TSH, DHT, testosterona), VDRL (para sífilis), cortisol e níveis nutricionais, como ferritina.

Conclusão

A queda capilar pode ser um sinal silencioso de que algo no seu corpo precisa de atenção. Estresse, alterações hormonais, deficiências nutricionais, doenças autoimunes ou até o uso de certos medicamentos estão entre as causas mais comuns.

E não para por aí: a genética, o pós-parto, a menopausa, a covid-19 e até hábitos do dia a dia, como uso excessivo de químicas, podem acelerar esse processo.

Mas a boa notícia é que a maioria dos casos tem solução! O primeiro passo é entender o que está por trás do espelho.

Escute seu corpo, observe os sinais e procure um dermatologista. Seu cabelo pode estar pedindo socorro, e ele merece cuidado.